Evolução do famoso Táxi Amarelo

Oi,
Gente!

O novo carro padrão para os táxis amarelos de Nova York mudou! Agora o modelo oficial é este Nissan, quem tem carregador de celular, porta de correr e assentos mais confortáveis. Por enquanto apenas 750 dos 13 mil táxis são os da Nissan. Mas a estimativa é que por ano, cerca de 3 mil taxistas troquem de carro.

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Aproveita pra espiar essas ilustrações fofas que mostram a história dos Táxis feito pelo NYTimes:

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E aí gostaram do novo modelo?

Fonte: Taxi Amarelo

10 dicas para economizar na sua viagem

Oi, gente, tudo certinho?
Hoje o post é bem especial para quem está em parafusos por causa do alto valor do dólar. A gente bem sabe que cada centavo faz diferença na hora do planejamento de uma viagem, principalmente se for internacional. Mas, Nova York tem várias atrações turísticas gratuitas e muitas formas também de conseguir descontos. Vamos conferir?

1ª Planejamento
Quando digo planejar não é apenas listar os pontos que você quer conhecer ou que quer comprar numa folhinha. Planejar é fazer um levantamento de gastos incluindo tudo desde passagem, hotel, comida, transporte, lembrancinhas, roupas, perfumes…. Tá, mas daí você me pergunta como vou calcular o dinheiro que vou gastar em comida? Isso vai variar muito dos seus gostos alimentares, do local onde você vai ficar e tal, porém quando fiz meu intercâmbio me estimaram em US$ 500 para um mês, ou seja, é bem relativo. Planejar também é listar os endereços dos pontos turísticos e horários de visitação, isso evita contratempos.

2ª Reserve seu vôo, hotel ou pacote turístico antecipadamente
Ao contrário de outros locais, Nova York não é uma cidade turística só no inverno ou só no verão, é o ano inteiro. Por isso, o quanto antes você adquirir seu vôo, hotel, ou pacote turístico, mais chances você tem de encontrar preços baixos.

3ª Evite o cartão de crédito
Não preciso nem dizer que as tarifas cobradas não valem a pena o uso. Atualmente o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é de 6,38% para compras com cartão de crédito ou com cartão pré-pago no exterior. Por isso, só use em caso de emergência.

4º Cupons
É uma tradição bem norte-americana de juntar cupons para ganhar descontos. Você encontra eles em sites, jornais ou em outlets (na entrada te dão uma espécie de carnê), vale a pena se informar de como funciona.

5º Outlets e a necessidade de pensar 2x antes de comprar
Para quem é consumista Nova York é o paraíso, por isso é preciso pensar duas vezes antes de comprar. Antes de torrar seu dinheiro na Forever 21, H&M e outras, se disponha a conhecer outras lojas. No Soho, por exemplo, encontrei vários estabelecimentos com preços inacreditáveis (muito melhores do que das grandes redes). Ou seja, não gaste tudo logo de cara, e sempre faça uma lista de prioridades. Para quem quer economizar ainda mais, vale a pena ir logo em algum outlet na região. Fui num localizado em Nova Jersey, onde logo recebi vários cupons de desconto, entretanto não usei nenhum, pois existe regras para o uso, e nenhuma se encaixou para as lojas nas quais eu comprei. No outlet, por exemplo, comprei cremes da Victoria’s Secret por 4 dólares, sendo que em Manhattan o valor se não me engano batia na casa dos 12 dólares para cima. Outra dica é ir no bairro Chinatown e visitar as feirinhas, é possível encontrar várias coisas legais. Bacana também que os próprios asiáticos vão baixando o preço durante a conversa, justamente para não perder nenhum cliente.

6ª Caminhe ou use metrocard
Apesar do táxi não ser caro em Nova York, o uso do metrô ou caminhar sai muito mais em conta. Para quem quer saber mais sobre metrocard, basta olhar este post aqui que fiz sobre isso.

7ª Épocas de desconto
Além do famoso Black Friday que acontece sempre na 4ª quinta-feira do mês de novembro, há outras épocas especiais em Nova York, como o Labor Day em 4 de julho, e o Thanksgiving Blackfriday Sales, no final do ano. Os hotéis, por exemplos, oferecem descontos de até 20% no período de 2 de janeiro a 28 de fevereiro. Tem a Broadway Week, que acontece de 22 de janeiro a 7 de fevereiro, onde você compra 2 ingressos pelo preço de 1 (se você não for nesse período, dá para conseguir descontos nas filas do TKTS, neste post explico direitinho como funciona). Outra barbada é New York City Restaurant Week que acontece duas vezes ao ano. Por isso, se você for em alguma época citada anteriormente não deixe de aproveitar as promoções.

8ª New York Pass
Se você está indo pela primeira vez e quer fazer um tour pelos principais pontos turísticos vale muito a pena comprar um NY Passes, que dá acesso as principais atrações, como o Empire State Building, Top of the Rock, Estátua da Liberdade, entre outros, com desconto. Existem três tipos de passes (em breve explico melhor aqui no blog).

9º Aproveite os museus gratuitos
Nova York oferece acesso gratuito a muitos museus em dias específicos. E em alguns casos, a entrada é sugerida, mas você paga o quanto desejar.

10º Food
Comida saudável ou mais refinada pode lhe custar uns dólares a mais, por isso se você está disposto a fazer alguns sacrifícios, os fast foods são as opções mais baratas. É possível comprar um lanche no MC Donalds, com 3 dólares, por exemplo. Ou você ainda pode fazer compras no Jack’s Worlds (uma espécie de 1,99 que tem de tudo, tudo mesmo), e ali você pode abastecer seu frigobar com água, pão, presunto, queijo, bolachas e etc, por um preço bem em conta. É bom lembrar que em alguns restaurantes, as porções são tão grandes que servem 2 pessoas, por isso não custa perguntar ao garçom.

E aí já anotou todas as dicas? Agora é só planejar e por em prática! Boa sorte e boa viagem!

Entendendo o metrô

Oi gente, tudo certinho?
O post era para ter sido lançado ontem aqui no blog, mas peguei um gripão e dai já viu! Mas hoje já estou um pouco melhor e vamos ao trabalho! O texto ficou um pouco grande, mas é que é muito importante detalhar bem cada item para que você entenda de forma fácil e rápida. E não esqueça que para andar de metrô é preciso ter o METROCARD (falei recentemente sobre ele aqui no blog).

Bem nos meus primeiros dias em Nova York eu tinha medo de pegar metrô, afinal são tantas linhas, letras e cores. Graças a Deus uma colega brasileira do curso que fiz no Kaplan me ensinou a usar um aplicativo que salvou nossa vida (minha e da Márcia), até porque já estava cansada de caminhar dezenas de quadras para chegar nos locais.

O nome do app é NYC Subway e ele funciona offline. Ou seja, você não precisa de internet para usar! Só de bateria 😛 Caso, você não seja muito ligado nas tecnologias, você pode optar por pedir um mapa do metrô gratuitamente nos guichês. Agora para usar o app você precisa primeiro entender como funciona o metrô nova-iorquino. Vamos lá! Ao contrário de algumas cidades européias, você não pode entrar em qualquer estação para chegar no seu destino. Você precisa identificar onde você está e qual é a estação certa que você deve pegar para chegar no local.

As rotas são identificadas por letras ou números. Essas linhas atendem Manhattan, The Bronx, Brooklyn e Queens. Já Staten Island é atendida pelo Staten Island Railway (SIR). Outro detalhe importante que você precisa saber é a diferença entre UPTOWN e DOWNTON. Parece meio óbvio, mas é extremamente importante prestar atenção neste item. Funciona assim: Se você quer ir para uma rua acima da que você está é uptown. No caso de você estar na rua 42 e querer ir para 23, ou seja o sul da cidade, é downton. Na entrada das estações e dentro delas há placas identificando se é UPTOWN, DOWNTON e qual linha passa por ali.

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Outra coisa: TUDO vai depender da sua localização. Praticamente todas ruas tem diferentes estações. Vamos fazer uma simulação: você está na rua 34 e quer chegar no Lincoln Center, que fica na 66. Observe que há três estações na 34: a Penn Station (azul com letras A-C-E), Penn Station (vermelha, 1-2-3) e Herald Sq (amarela, B-D-F, e a M-N-Q-R). Para chegar no Lincoln Center, você precisa pegar a estação Penn Station 1-2-3 sentido UPTOWN. Dependendo de sua localização você vai precisar pegar o metrô em outra rua para chegar no destino desejado.

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Você deve estar se perguntando também o que são essas bolinhas no mapa. Bem, as de cor preta são estações onde apenas as linhas locais param. Se você está indo para essa estação, os trens que passam ali são trens locais (ou seja, param em todas as estações naquela linha). Se a estação é uma bolinha branca, é uma estação onde trens locais e expressos param. Trens que param apenas em bolinhas brancas são expressos.

Apesar do metrô funcionar 24 horas por dia, eventualmente pode acontecer de você encontrar avisos informando de possíveis atrasos ou mudanças de rotas. Não se desespere, basta consultar seu mapa/app e ver o que você pode fazer para contornar a situação.

Eu não podia terminar este post sem falar sobre coisas pitorescas que todo mundo comenta. Primeiro, delas é da sujeira e dos ratos. Bem, eu não fiquei procurando ver ratos nas linhas, tava mais é preocupada em pegar a rota certa. E quanto a sujeira, achei tudo bem tranquilo. Quanto a lotação, não cheguei a pegar metrô nos horários de pico (Graças!). E ah, é bem comum encontrar pessoas fazendo pequenos shows dentro dos metrôs e depois pedirem gorjeta. Bom daí você que decide se dá ou não. E, há também casos de você encontrar mendigos bêbados falando grosserias ou cantando. Nesses casos (presenciei um) você apenas finge que não está ali e continua de olho na sua rota.

Qualquer dúvida deixe seu comentário aqui no post! Beijos

Saiba como usar o Metrocard

Como prometido na fanpage do blog, hoje vou falar sobre como funciona o Metrocard e suas vantagens. Ele foi uma mão na roda para mim durante o tempo que estive lá, já que ele te leva para qualquer canto da cidade 24 horas por dia. Para quem não conhece, o Metrocard é um cartão recarregável que pode ser usado tanto no metrô, ônibus e no bondinho para Roosevelt Island. Existem vários tipos de tarifas. Acompanhe:

Como comprar?

Todas as estações de metrô contam com máquinas semelhantes a caixas eletrônicos. Por meio da tela touchscreen você seleciona a melhor opção e efetua a compra do seu cartão através de dinheiro ou cartão de crédito. Mas, atenção que se você optar por dinheiro tem que levar notas trocadas, porque a máquina só devolve até US$ 6 de troco.

Qual melhor passe?

Depende do tempo que você vai ficar na cidade. Se você vai ficar menos de uma semana ou só um dia, o ideal é a passagem individual (single ride ticket) que atualmente custa US$ 2,75. Mais de uma semana tem o passe ilimitado (7-day unlimited pass) que custa US$ 29 e para quem vai ficar um mês ou mais o passe mensal (30-day unlimited pass) de US$ 112.

Para tomar nota:

Você paga US$ 1 pelo cartão. Ou seja, se você comprar um cartão com US$ 10, a máquina vai te cobrar $ 11, e seu cartão vai ter $10 + 5% = $ 10,50. Se você precisar recarregar seu cartão, reutilize ele. Caso contrário, você vai pagar sempre $1 por cada cartão que comprar.

O cartão não pode ser usado duas vezes seguidas em menos de 18 minutos. Ou seja, se você tiver acompanhado é melhor que cada um tenha seu próprio metrocard.

Fique atento para não perder seu cartão, porque a burocracia para reaver o dinheiro dele é bem complicadinha.

> Ah, mas dai você deve tá pensando que o metrô de Nova York é muito complicado de entender. Gente, não é não. É muito fácil, fiquem ligados que nos próximos dias vou apresentar um aplicativo que usei lá e foi muito útil para entender como funciona o sistema. Até a próxima!

O metrô de Nova York

Uma análise do funcionamento do metrô de Nova York foi reportagem do projeto Anda SP, veiculado na Globo, nos telejornais locais de São Paulo (Bom Dia São Paulo, SPTV 1º e 2º edição) de maio a agosto deste ano. Além da Grande São Paulo, o projeto mostra iniciativas em outras cidades, estados e países, que encontraram soluções para driblar o problema da mobilidade.

O correspondente Alan Severiano fala sobre o metrô de Nova York:

O metrô de Nova York chega a todos os cantos, tem hora marcada para passar, funciona 24 horas por dia e não tem confusão na hora do embarque. Ele é meio sujo e as estações não são tão bonitas assim como as de São Paulo, mas é eficiente e cobre a cidade inteira.

Nova York é uma cidade enorme, com uma região metropolitana gigantesca e, ao mesmo tempo, carente de espaço. São muitas coisas em comum com São Paulo, mas o jeito como a cidade se movimenta é bem diferente.

O pedaço de terra que dá dor de cabeça aos engenheiros de tráfego fica na parte de baixo da ilha de Manhattan. Essa área recebe, todos os dias, 4 milhões de pessoas. Gente que chega de outros bairros, outras cidades e até estados vizinhos.

É de metrô e de trem que a maioria das pessoas viaja. Os ônibus são usados apenas para pequenos trajetos. Só uma em cada cinco pessoas chega de carro, que disputa espaço com 13 mil taxis.

Os carros não são minoria. Nova York tem trânsito pesado, mas não se compara ao de São Paulo. Estacionar em Manhattan é caro, os passageiros têm opções mais rápidas e eficientes e o governo desestimula o uso do carro, com a implantação de faixas de bicicleta, por exemplo.

Em Manhattan, uma diária de estacionamento chega a custar mais de R$ 70. Até parar na rua é caro. A primeira hora, em uma espécie de zona azul, custa R$ 8. Os túneis que ligam a cidade têm praças de pedágio, com tarifas de até R$ 24. A mensagem é clara: os carros devem ficar fora de Manhattan.

O transporte público da cidade, que era excelente no começo do século passado, entrou em crise nos anos 50. Nos anos 80 começou a virada, com um plano de investimento de US$ 90 bilhões.

Assista a reportagem: http://goo.gl/2RybH7

Fonte: G1